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Sonoro Diamante Negro

Artikel-Nr.: AF.29

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Essa poesia proporcionada pelo sonoro Diamante Negro estava ficando sem registro histórico. Com dificuldade, encontrava-se alguma nota em jornais da cidade de uma festa em que o sonoro ia tocar. Raras eram as informações a respeito da história desse sonoro, que viveu uma época áurea de Belém. O sonoro chegou a cobrir apresentações musicais de cantores como Jerry Adriani, Reginaldo Rossi e Beto Barbosa. E a tocar, inclusive, no Teatro da Paz, nos anos 1950. Está na memória de antigos festeiros e de pessoas que frequentavam as festas do Diamante Negro. Passei, então, a fazer uma documentação fotográfica do sonoro. Um acervo fotográfico foi produzido de 1997 a 2003. São fotografias que mostram a importância do dia-a-dia do sonoro na vida social e cultural de pessoas simples, moradoras de bairros afastados do centro da cidade. Nas imagens, estão o proprietário, homens que carregavam os móveis e que controlavam o som, sedes sociais por onde o sonoro tocava e pessoas que iam às festas do sonoro. Percebe-se uma realidade bem peculiar de Belém, que é um dos poucos lugares do Brasil onde há esse tipo de atividade cultural e social – a do sonoro. Fotos antigas do Diamante Negro, só dos anos 1960, no álbum da família. Com base nesse acervo, foi produzido o audiovisual “Sonoro Diamante Negro”, pela concessão da Bolsa para Pesquisa em Arte, do Instituto de Artes do Pará, em Belém, de agosto a novembro de 2003.

 

de Suely Nascimento

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