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Foi a sua única obra publicada em vida, e representa um dos marcos da poesia portuguesa do século XIX. Publicada em Paris, em 1892, foi reeditada em Lisboa, com algumas alterações, lançando definitivamente o poeta no meio cultural português. Ao referir-se ao seu livro, António Nobre confessa: «É o livro mais triste que há em Portugal».

António Nobre Morreu há cem anos e escreveu um livro maior das letras portuguesas, "Só". António Nobre. «O poeta nato, o lua, o santo, a cobra». António Pereira Nobre nasceu a 16 de Agosto de 1867, na Rua de Santa Catarina, no Porto. Filho de burgueses abastados, estudou em vários colégios da cidade invicta e passava os Verões nas casas que a família tinha no campo, na Lixa ou no Seixo (o seu «paraíso perdido», como lhe chamou o maior biógrafo do poeta, Guilherme de Castilho), ou na praia, em Leça, frequentada pela colónia inglesa, onde viria a descobrir o fascínio do mar, o «Prof. Oceano», seu grande mestre da praia da Boa Nova, professor em «aula aberta», e onde conheceria Miss Charlote, jovem perceptora inglesa com quem viria a corresponder-se durante dois anos, e que lhe encurtaria o nome para Anto, que ele tornaria personagem de ficção nos "Males de Anto", poema que (...)

Bibliografia Só - 2009, Oficina do Livro; Só - 2009, Porto Editora; Só - 2009, Verbo; Só - 2009, Leya; So ; Seul - 2008, L'ARBRE A PAROLES; Só - 2006, Verbo; Atletismo Português - 2005, Editorial Caminho (...)

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